Governança · Redução de Sinistralidade

Sinistralidade não se negocia no reajuste. Se reduz na origem.

O índice que define o seu próximo reajuste é construído pelo uso do plano ao longo do ano. A Evolue atua na origem desse uso, com atenção primária, ambulatório e leitura populacional do risco, para que o colaborador resolva no cuidado o que hoje resolve no pronto atendimento.

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O que mudou

O reajuste não é uma decisão da operadora. É o retrato do seu ano.

O índice de sinistralidade é a razão entre o que o plano gastou em assistência e o que arrecadou em mensalidades. Quando esse índice sobe, o reajuste técnico vem atrás, e ele não se resolve na mesa de negociação, porque já está escrito no histórico de uso.

O que define esse histórico raramente é o evento raro e caro. É o acúmulo do uso evitável: o pronto atendimento que poderia ser uma consulta, o crônico sem acompanhamento, o afastamento que se estende por falta de condução. É nesse acúmulo que a gestão faz diferença.

Método Evolue

Reduzir sinistralidade é mudar a porta de entrada do cuidado.

A Evolue desloca o uso do plano para dentro de uma estrutura própria de atenção primária e ambulatório, onde grande parte da demanda se resolve antes de virar custo alto. Sobre essa base, a leitura populacional do risco orienta onde agir primeiro, sempre em nível agregado, sem acesso a prontuário individual.

Atenção primária

Atenção primária e ambulatório como primeira porta do cuidado.

Leitura populacional

Saúde mental, etilismo, sono e perfil por unidade.

Ação na origem

Ação dirigida pela origem do uso, não pela negociação do reajuste.

Evolue 360

O painel que enxerga o uso antes do reajuste.

No Evolue 360, os indicadores de sinistralidade cruzam o padrão de uso com o perfil de risco da população. Os indicadores comportamentais e populacionais, que poucas operações entregam, mostram onde o adoecimento se concentra, em leitura sempre agregada, preservando a privacidade de cada colaborador.

Indicadores populacionais
Painel de sinistralidade
Estratificação de risco agregada
Hub Central
Portal do Colaborador
Conexão

O afastado bem cuidado custa menos no plano, e menos no INSS.

Devolver bem quem se afastou é, ao mesmo tempo, reduzir uso do plano e reduzir massa no cálculo do FAP. A redução de sinistralidade nasce da mesma gestão de absenteísmo e afastados que sustenta o seu FAP, uma origem, dois encargos. E ela se amplifica quando soma o Ambulatório de Saúde Primária à operação.

Equipe e método

Estrutura de cuidado como ativo operacional, não como discurso.

Médicos, enfermagem, assistente social e psicólogo na estrutura de cuidado. As projeções de economia são apresentadas como referência de mercado, com premissas explícitas, nunca como resultado prometido.

Médicos e enfermagemAssistente social e psicólogoAtenção primária e ambulatórioRede credenciada nacionalProjeções com premissas abertas
Perguntas frequentes

Dúvidas do CFO e do Jurídico

Vocês acessam o prontuário individual dos meus colaboradores?
Não. Toda a leitura de risco é populacional e agregada. É essa abordagem que diferencia a gestão e, ao mesmo tempo, respeita a LGPD por desenho.
Reduzir sinistralidade depende de trocar de operadora?
Não. O trabalho é sobre a origem do uso, não sobre o contrato. Atuamos sobre o que gera o custo, independentemente da operadora.
Em quanto tempo isso aparece no reajuste?
O reajuste reflete o histórico de uso de um período. A mudança aparece à medida que o padrão de uso se altera; por isso tratamos a origem o quanto antes e abrimos as premissas de qualquer projeção.
Preciso do ambulatório para reduzir sinistralidade?
Não. A redução de sinistralidade é um plano próprio. O Ambulatório de Saúde Primária a amplifica de forma relevante, mas as duas frentes podem ser contratadas de forma independente.

Solicite uma análise de sinistralidade.

Lemos o seu padrão de uso e o risco da sua população, em nível agregado, e mostramos onde está a origem do custo.

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